Louvai e bendizei ao meu Senhor,e dai-lhe graças. Servi-o em grande humildade.

Louvai e bendizei ao meu Senhor,e dai-lhe graças. Servi-o em grande humildade.
Louvai e bendizei ao meu Senhor,e dai-lhe graças. Servi-o em grande humildade.

sábado, 7 de maio de 2011

"Mane nobiscum Domine !"



Paz e Bem !


Como eu já postei uma reflexão pessoal sobre o Evangelho do Domingo , Lucas 24, 13-35,  que  ouvimos  na Quarta Feira, 28 de Abril, acerca da caminhada dos discípulos de Emaús com o Senhor , eu gostaria de postar agora, como reflexão do mesmo Evangelho deste Domingo, o texto inicial da Encíclica de João Paulo Magno, chamada de “Mane nobiscum Domine” que é o pedido dos caminhantes de Emaús ao Senhor, porque a tarde já declinava > “Fica conosco Senhor, pois a noite vai caindo”.

Diz o Bem Aventurado João Paulo Magno,  naquela Encíclica destinada ao Ano Eucarístico de 2005:


“Fica conosco, Senhor, pois a noite vai caindo” (cf. Lc 24,29). Foi este o instante convite que os dois discípulos, diretos a Emaús na tarde do próprio dia da ressurreição, dirigiram ao Viajante que se lhes tinha juntado no caminho. Carregados de tristes pensamentos, não imaginavam que aquele desconhecido fosse precisamente o seu Mestre, já ressuscitado. Mas sentiam "arder" o seu íntimo (cf. Lc 24,32), quando Ele lhes falava, "explicando" as Escrituras. A luz da Palavra ia dissipando a dureza do seu coração e "abria-lhes os olhos" (cf. Lc 24, 31). Por entre as sombras do dia que findava e a obscuridade que pairava na alma, aquele Viajante era um raio de luz que fazia despertar a esperança e abria os seus ânimos ao desejo da luz plena. "Fica conosco" — suplicaram. E Ele aceitou. Pouco depois o rosto de Jesus teria desaparecido, mas o Mestre "permaneceria" sob o véu do "pão partido", à vista do qual se abriram os olhos deles.

E diz algo mais  sublime,   o papa que tanto amei, sobre Jesus Cristo:

De fato, Cristo está no centro não só da história da Igreja, mas também da história da humanidade. Tudo é recapitulado n'Ele (cf. Ef 1,10; Col 1,15-20). Como não recordar o ardor com que o Concílio Ecumênico Vaticano II, citando o Papa Paulo VI, confessou que Cristo "é o fim da história humana, o ponto para onde tendem os desejos da história e da civilização, o centro do gênero humano, a alegria de todos os corações e a plenitude das suas aspirações"? A doutrina do Concílio trouxe novos aprofundamentos ao conhecimento da natureza da Igreja, abrindo os corações dos crentes a uma compreensão mais atenta dos mistérios da fé e das próprias realidades terrestres na luz de Cristo. N'Ele, Verbo feito carne, revelou-se realmente não só o mistério de Deus, mas também o próprio mistério do homem.

N'Ele, o homem encontra redenção e plenitude.

João Paulo II.

A todas as mães a minha cordial saudação, e uma prece especial para aquela que me gerou e está hoje nos braços do Pai.

Frei Bento, frade menor e pecador.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Nós daríamos nossos únicos 5 pães e 2 peixes, para alimentar uma multidão?




Paz e Bem !

O Evangelho de hoje, Sexta-Feira- é o texto de João 6,1-15, que nos conta a multiplicação dos pães e dos peixes por Jesus.

Este episódio,  deve ter marcado muito a comunidade dos Apóstolos , pois pode ser lido nos 4 evangelhos, em Mateus 2 vezes!
Jesus vai ao mar da Galiléia e lá encontra uma multidão a esperá-lo, a multidão  pela qual o Senhor se compadeceu , pois eram como ovelhas sem pastor, sem amor.
Jesus pergunta para Felipe se haveriam recursos para alimentar tanta gente, Felipe diz que não, mas Jesus já sabia como agir, então André chega com um menino e diz, Senhor, temos somente este menino com dois peixinhos e cinco pães.
Jesus mandou que todos se assentassem, tomou os pães e deu graças a Deus , e os repartiu com todos, fez o mesmo com os peixes, e uma multidão de mais de 5 mil pessoas, porque os judeus somente contavam os homens,  comeram até se saciarem e ainda sobrou muita coisa.
O povo vendo aquele prodígio,  quis fazer de Jesus o rei, mas Ele saiu, o seu reino não era deste mundo....
O que mais me impressiona nesta palavra, nem é o Senhor multiplicar os pães e peixes. Afinal, Ele é Deus. Ele tudo pode .
Mas é o fato de uma criança, com seus únicos pães e peixinhos, não se incomodar em dá-los, por absoluta gratuidade, correndo o risco de ficar sem o pouco que possuía.
Era uma criança, talvez por este motivo,  Jesus dirá que o reino do céu é dos pequeninos e de quem a eles se assemelham.
Assemelham-se neste ato de disponibilidade, de colocar disponível o pouco que possuem, sem pensar na própria privação.
Então temos que pensar muito, afinal, qual foi o grande milagre, a multiplicação do alimento?
Ou foi a entrega generosa, do pouco que se tem, para que todos possam partilhar e saciar a sua fome, de pão, de peixe e de amor?

Frei Bento, frade menor e pecador

quinta-feira, 5 de maio de 2011

O Lobo de Gubbio.



Paz e Bem!


Os Fioretti nos contam que certa vez S.Francisco foi chamado à aldeia de Gubbio,  onde havia um feroz lobo ameaçando a todos.
O lobo neste caso é o arquétipo do inimigo , é por isso, demonizado > é grandíssimo, terrível e feroz, devorador de animais e homens,  o agressor de sempre, causando grande medo à população da aldeia.
As pessoas  andavam "armados quando saíam á rua, como se fossem para o combate".
O medo chegou a tal ponto que ninguém mais ousava sair de casa.
Entre a cidade e o lobo não há diálogo, apenas enfrentamento, medo, defesa, ataque  e combate.
Francisco,  pondo toda a confiança em Deus, sai da cidade e vai ao encontro do lobo. Francisco vai sem armas, sem preconceitos, sem agressividade, inspirado no modo como Jesus Cristo enfrentou os inimigos no conflito da cruz: com amor, perdão, não-violência, pedindo ao Pai que os perdoasse.
É pelo amor misericordioso, revelado na Cruz, que Cristo reconcilia o mundo com o Pai, oferecendo a possibilidade da plena pacificação.
Abençoar  o irmão  lobo feroz,  é confiar na força do amor do Crucificado e assumir o mesmo modo de ser e agir.
Francisco denuncia as maldades e violências do lobo. Reconhece que tal forma de agir tem a ver com a fome.
E  nele  vê também um irmão >  e a possibilidade de construir novas relações entre ele e a cidade.
Consegue pacificá-lo e alcança dele a possibilidade de um pacto de paz.
Da mesma forma, Francisco vai ao encontro do povo da aldeia, denunciando-lhes os seus pecados e convocando-os à mudança de vida, à penitência.
Realiza-se um encontro entre ambas as partes e conclui um pacto de paz, que inclui o compromisso da aldeia em garantir comida para o lobo e deste agir sem maldade e agressividade.

Nesta aldeia global em que vivemos, e na nossa vida do dia-a –dia,  somos como Francisco, ou somos como o lobo?

Ou ainda, somos como o povo da aldeia? > Criamos  tantos lobos que eles se voltam contra nós.

Quem não é nenhum dos 3 faz apenas parte da paisagem?

Frei Bento, frade menor e pecador.


terça-feira, 3 de maio de 2011

A diferença entre ir e vir.





Paz e Bem !

Hoje nós lemos no Evangelho segundo São João 14, 6-14, que Jesus declara ser o Caminho a Verdade e a Vida, e que ninguém VEM ao Pai se não através Dele > Jesus.
E lemos também  o diálogo entre Jesus e os Apóstolos, sobretudo com Felipe que pede ao Senhor: “Mostra-nos o Pai e isto basta para nós”. E Jesus responde : Felipe, tem  tanto tempo estou entre vocês e ainda não me conheceis?”
Primeiro há de se considerar as traduções mais “populares” da Bíblia que  alteraram o verbo vir pelo verbo ir, nesta “ipsa verba Domini" > nessas palavras que Jesus realmente pronunciou.
Nas edições da Bíblia  Ave Maria e na Bíblia de Jerusalém, bem como na Vulgata , e até mesmo na Bíblia  do Rei James ( que é o meu limite,  em se tratando de Bíblias protestantes) ,  Jesus diz que ninguém VEM ao Pai se não por Ele.
No afã de apresentar a Bíblia em uma linguagem mais “popular”, mesmo a Bíblia da CNBB e a Edição Pastoral, traduzem por “ninguém VAI ao Pai se não por mim”.
Ora, o verbo ir é diferente do verbo vir. E o verbo ir, no presente do indicativo 3ª pessoa  do singular é VAI, no sentido de ir embora.
Quando conjugamos o verbo vir, na 3ª do singular, temos > VEM, o sentido que Jesus , teologicamente,  quis dizer. Principalmente se considerarmos o contexto que João descreve no capitulo 14 > Jesus dizendo ser Um com o Pai e que,  aqueles que O vêem, vêem o Pai.
Portanto, o correto seria a tradução >” ninguém vem ao Pai se não por mim”, porque Ele e o Pai são Um e em Ambos,  o Espírito Santo é o mesmo Amor, que une a Santíssima Trindade em  comunidade de Amor.
Devemos tomar cuidado com as traduções que distorcem e deturpam o que Jesus disse, mesmo que sejam nossas essas traduções.
E no mais, o que temos a refletir junto de Felipe, é bastante similar ao que refletimos junto com Tomé, no Domingo. Tomé não acreditou na ressurreição do Senhor até que Lhe tocou,
Felipe não acreditou que Jesus é Deus até que pode ouvir do Senhor a palavra que não deixa duvidas> “Eu e  o Pai somos Um!”
E nestes dias, em que tivemos a graça de termos reconhecido pela Igreja um milagre atribuído à intercessão do papa João Paulo II junto a Deus ,  cabe bem este texto como uma resposta para aqueles que nos acusam de “inventar santos”, de adorar bonecos de barro, etc.
Essas pessoas citam o versículo primeiro do Evangelho de hoje> Ninguém vem ao Pai se não por mim”, como uma exclusão a todos aqueles que seguiram esse Caminho. Os que chegaram a Deus por  meio de Jesus.
Sobretudo,  porque o Senhor nos diz: “Em verdade, em verdade vos digo: aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas, porque vou para junto do Pai.”
É precisamente isto que os nossas santos e santas  fazem, porque creram de forma exemplar , por este motivo foram ao Pai  por meio de Jesus e diante Dele intercedem por nós e realizam as obras de Cristo, as obras do Amor que se traduzem em tantas venturas.
Outrossim, os fatos comprovam isto, afinal, são 2000 anos de milagres admiráveis na História da Igreja do Senhor, recebidos pela intercessão desta multidão de bem aventurados do Pai.

Quem não tem santos para apresentar, então só lhes resta atacar,  a quem os tem 



Na memória de São Felipe Apóstolo, que hoje recordamos..


Frei Bento, frade menor e pecador.



 

sábado, 30 de abril de 2011

Somos todos gêmeos de Tomé ? Ou somos felizes por crer sem termos visto?



Paz e Bem !

Desde o Domingo da Páscoa estamos lendo os relatos das aparições de Jesus aos Apóstolos e aos discípulos.
A narrativa do Evangelho deste Domingo , Festa da Divina Misericórdia , São João 20, 19-31,  é anterior àquela que lemos na durante a semana, pois é a continuidade do Dia da Ressurreição, onde Jesus   pediu a Maria Madalena que fosse aos seus e anunciasse que Ele havia ressuscitado.
Agora  Jesus vai até eles  e os encontra fechados, temerosos, afinal o medo é tão humano que pode ser  também divino, pois o próprio Cristo o sentiu no Getesêmani.
Mas agora o Cristo nada mais teme, Ele venceu a morte e quer que esta experiência de renascer de vida brote também no coração dos seus.
Assim Ele deseja a paz . Quer  que esta paz estivesse com eles assim como estava n’Ele.
Ele é a Paz que anuncia.
E esta Paz se traduz em ato concreto> o sopro do Espírito Santo sobre os Apóstolos que lhes confere o poder de perdoar ou reter pecados.
Reter pecados não significa não perdoa-los, significa um convite a uma renovação de vida, uma contínua revisão de nossos maus atos que não estão prontos para alcançarem a Misericórdia do Pai. Atos que ainda exigirão de nós o “levantar-me-ei” do Filho Pródigo, para buscarmos o perdão de Deus.
E se completa a História de nossa salvação, Deus que enviou o Filho e o Filho que envia a Igreja , na pessoa dos Apóstolos, como em um “Pentecostes antecipado”. E os Apóstolos,  pelo poder do Espírito Santo  > Alma da Igreja, são enviados com o poder  do amor , da  misericórdia e do perdão.
Mas Tomé não estava entre eles, Tomé é como nós, ele que era chamado “dídimo” que quer dizer gêmeo. Temos muito de Tomé, somos gêmeos pelo menos da sua atitude de incredulidade.
Oito dias se passaram e Jesus voltou , já não há mais narrativa de medo, tudo é esperança entre os Apóstolos porque viram o que Tomé não viu e não creu quando ouviu. E segue-se o famoso diálogo, os famosos toques nas chagas do Cristo, segue-se a proclamação de Tomé que Jesus é “meu Senhor e meu Deus”, e a fala de Jesus > Bem aventurados os que crêem sem terem visto,  que é a última das frases que Jesus diz no Evangelho de João, pois o capitulo seguinte de João parece ser um outro final, escrito posteriormente, ou parte de um outro códice, onde ele narra a aparição em Tiberíades. Mas termina o capítulo , quase da mesma forma que termina o cap. 20 > Jesus fez ainda muitas outras coisas. Se fossem escritas uma por uma, penso que nem o mundo inteiro poderia conter os livros que se deveriam escrever.
Mas fica para nós esta bem aventurança,  como uma esperança, de que deixemos de ser gêmeos de Tomé , incrédulo até ver > e passemos a ser bem aventurados porque acreditamos  sem termos visto.

Festa da Divina Misericórdia – MMXI – AD

Bem Aventurado papa João Paulo II,  rogai por nós.

Bento,  frade menor e pecador.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Fica conosco Senhor !


Paz e Bem !

O Evangelho de ontem, Quarta-Feira,  nos trouxe  a narrativa de Lucas 24,13-35 > Os discípulos encontram Jesus no caminho de Emaús.
Todo o caminhar com o Mestre na estrada que levava a Emaús foi um grande momento de oração. Durante todo o percurso, Cléofas e seu companheiro conversavam com Deus. Ao falar e ao escutar o próprio Cristo ressuscitado, eles não  sabiam, mas falavam com o próprio Deus. E assim,  nós,  discípulos de Emaús devemos agir: Conversar com Deus, Falar com Deus, escutar a Deus no nosso caminho diário, na nossa labuta, no nosso trabalho, no nosso telônio... E, quando necessário for fazer também como os discípulos, que ardentemente em uma oração de súplica disseram: "Fica conosco Senhor!". Devemos sempre pedir a sua presença no meio de nós, mas é importante também sabermos o porquê de nossa súplica e assim como Cléofas e seu companheiro motivaram sua oração dizendo que era tarde e o dia já declinava, nós também devemos motivar nossa oração. E tantas razões temos para pedir que o Senhor fique entre nós...
E esse Deus se revela por inteiro ao partir o pão. Ali está o centro da mensagem de Emaús, partilhar o pão e ver Jesus.
Só se consegue ver Jesus quando nos tornamos abertos ao outro à dimensão exclusiva do outro, quando com-partilhamos o que temos .
Ver Jesus, portanto, será sempre dividir os dons e os bens e nunca acumular.

Você já experimentou o seu Emaús?

Frei Bento, frade menor e pecador.

domingo, 24 de abril de 2011

Qual o sentido da Ressurreição do Cristo em nossas vidas?




Paz e Bem !

Este é o dia que o Senhor fez: seja para nós dia de alegria e de felicidade
", nos diz o v.24 do  Salmo de Meditação da Liturgia de hoje,Salmo 117.

Sim, “o” dia que o Senhor fez : “ No primeiro dia da semana Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo...Assim se inicia o Evangelho deste Domingo de Páscoa, na leitura conforme São João 20, 1-9.

O primeiro dia não era apenas o início da semana judaica; o sentido que João quis dar  ao chamá-lo de “primeiro dia”, foi, a meu indigno ver, nos alertar  para o sentido último do dia  que o Senhor havia preparado desde sempre >   retirar da morte o Seu Filho, que , vencendo a morte, trouxe-nos a vida plena.

Assim, o primeiro dia é o início da Nova História, a nossa História enquanto seguidores Daquele que não estava mais no túmulo.

Mas o  túmulo que estava vazio  se encheu com nossa Fé >“...E se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé e permaneceis ainda nos vossos pecados”. (1 Cor. 15,17).

Mas para nós, por que o túmulo de Cristo está realmente vazio?

A ressurreição do Senhor da Vida promoveu em nós o que promoveu nos Apóstolos, uma verdadeira “metanóia” , palavra grega que significa conversão?

Muito dizem “me converti a Jesus e agora espero a sua volta”.  



Ora, então essas pessoas estariam vivendo o Reino de Deus que está no meio de nós? Será que elas  vivem as exigências evangélicas de amor ao próximo, de cruz , de um dia a dia vivido na caridade e na partilha de bens e de dons?  Ou  vivem na contra-mão disto tudo, não vivem Cristo, vivem sua imprecisa volta ?...

Ou outros dizem> Converti ,  “ mas , nem tanto”.

E para estes também, o Evangelho não é o que é, exigente e transformador.
É apenas aquela leitura chata à qual se segue um sermão do padre, igualmente chato.

Outros dizem ainda, não me converti, para mim o túmulo vazio tem outra explicação > roubaram o corpo.

Outros dizem, Jesus não morreu porque nunca viveu.

Assim sendo, o túmulo vazio nos divide. Como dividiu judeus de cristãos. Cristãos de mulçumanos, e por ai vai.

Mas este foi o Dia que o Senhor fez , e o túmulo vazio de Cristo , se não for preenchido com nossa Fé mais sincera, mais comprometedora, mais vigorosa, será apenas uma sepultura que não tem ninguém. E este dia,  apenas um dia a mais, sem Cristo, sem o amanhecer para um novo viver.

“Ele devia ressuscitar dos mortos”, para que todos cressem que as Escrituras se cumpriram e que enfim, o oitavo dia , o dia depois do descanso do Senhor, se tornasse a única obra que o Senhor não fizera na Criação >  aquela que Javé reservou para nós, o dia que a vida que fora criada no primeiro dia do Genesis,  venceu o pecado que nos trouxe a morte.

Desejo a todos os meus amigos e a todos que passam por esse Blog , uma Feliz e Santa Páscoa do Senhor. Que  a ressurreição de Cristo,  promova em nossas vidas uma mudança radical , uma verdadeira conversão ao Senhor que,  ao morrer venceu o pecado e a seu salário > a morte . E  nos deu  a verdadeira  vida.

Páscoa do Senhor – MMXI- AD

Frei Bento ,  frade menor e pecador.