Louvai e bendizei ao meu Senhor,e dai-lhe graças. Servi-o em grande humildade.

Louvai e bendizei ao meu Senhor,e dai-lhe graças. Servi-o em grande humildade.
Louvai e bendizei ao meu Senhor,e dai-lhe graças. Servi-o em grande humildade.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Jesus não foi Profeta na sua terra, nem na terra de muitos !






Paz e Bem!

O Evangelho de Mateus 13,54-58, nos conta que Jesus foi a Nazaré , à Sinagoga da cidade e lá estava pregando. E o povo murmurava dizendo, mas não é este o filho do carpinteiro, sua mãe não é Maria, não conhecemos seus irmãos...etc. E ficaram escandalizados dizendo" de onde vem tudo isto". Jesus, porém, disse: “Um profeta só não é estimado em sua própria pátria e em sua família!” 
E Jesus não fez ali muitos milagres, porque eles não tinham fé.'
São Mateus não nos diz o que Ele ensinava na Sinagoga e que provocou tanta revolta nos seus conterrâneos. Mas o Evangelho de Lucas diz: Jesus ensinou que n'Ele se cumpriram as profecias, porque Ele veio para anunciar aos pobres a Boa Nova, para proclamar a liberdade aos cativos e a vista aos cegos; para dar a liberdade aos oprimidos e proclamar um ano de graça do Senhor. (Lucas 4, 18-19).
Então fica claro porque os seus não o receberam, como inclusive São João nos conta no seu proêmio.
As pessoas ainda naquela época já preferiam as pregações distanciadas da realidade,no tempo e no espaço, as pregações que corroboram seus desejos escapistas, as que alimentavam suas parusias esquizofrênicas. E quando escutam falar de pobres de oprimidos, de cativos, estas palavras incomodam ainda hoje, destoam do ambiente da prosperidade, nos relembram que não existe cristianismo sem a cruz, sem a dor, sem o compromisso com a caridade , sem a libertação do pobre e do oprimido de suas condições de miséria econômica e moral.
Por este motivo Jesus não foi Profeta em sua Terra e nem será na terra de ninguém, que se recuse a ouvir o que Ele tem a dizer, e o que Ele tem a dizer passa pela denúncia da situação da dor do próximo, das misérias e dos cativeiros do pecado e da opressão, e estas palavras não são convenientes para serem ouvidas, porque nos comprometem, a todos.
Daí que dizem quem é este? que autoridade Ele tem para nos dizer coisas que não queremos ouvir?

E Jesus sempre volta à nossa terra particular, nos dizendo coisas que incomodam, que nos envolvem na dinâmica do Seu Reino que é amor e compromisso com as situações de injustiças que somos vitimas, ou que somos protagonistas. E quando Ele nos fala de libertação e de caridade como sendo algo muito maior do que dar esmolas, quando Ele nos ensina que a verdadeira caridade é dar ao outro aquilo que lhe é de direito e que o mundo rouba,-> sua dignidade, através da exploração do trabalho que sofrem tantos irmãos nossos, ou mesmo pelo desemprego que marginaliza tantos. Quando Jesus nos diz dessas realidades que não queremos ver, Ele ainda é ignorado, e muitos preferem ouvir o que Ele não diz.

Jesus só é Profeta naquilo que nos interessa escutar?


Frei Bento, frade menor e pecador.

terça-feira, 15 de maio de 2012

De onde vem a Paz e o Bem?





Caríssimos:


São Francisco exortou aos irmãos:

A paz que anunciais com a boca, mais deveis tê-la em vossos corações. Ninguém seja por vós provocado à ira ou ao escândalo, mas todos por vossa mansidão sejam levados à paz, a benignidade e à concórdia. Pois é para isso que fomos chamados: para curar os feridos, reanimar os abatidos e trazer de volta os que estão no erro".

Muitos anunciam a paz mas não a trazem dentro de seus corações, é uma paz falada mas não é uma paz vivida. É sem sentido , é sem vida.

Se você desejar a Paz de Cristo antes viva em paz com Cristo, a que se vive , menos com o seu semelhante e mais com o seu diferente.

Porque viver em paz com o diferente de nós é que nos prova na verdadeira Paz.

Você vive a Paz que anuncia? E vive o Bem que ela promove?


Frei Bento, frade menor e pecador

sábado, 12 de maio de 2012

O Amor como Mandamento.






Paz e Bem !


Caríssimos, no VI Domingo depois da Páscoa, a Igreja nos faz ouvir o Evangelho de João 15, 1-17, onde Jesus meio que conclui o Discurso do Adeus que meditamos durante esta semana nos dizendo que como o Pai o amou , ele também nos ama, que devemos permanecer unidos a Ele  neste amor, guardando este mandamento todo Seu, todo próprio, essência da Sua Missão em meio aos homens que teve seu maior momento na Sua ressurreição,  por nós.
O amor como mandamento.
Amar é um sentimento inerente à criatura humana, somente nós  amamos, pelo menos só nós temos  consciência amorosa que nos liga e interliga em laços de cuidado mútuos.
Desde o amor que recebemos e também damos às nossas mães, e aqui vai o meu abraço à todas vocês mães que me lêem. Passando pelo amor à pessoa amada que é  a expressão sublime do amor de Cristo por Sua Igreja, até o amor ao próximo , seja ele quem for, o amor exigente  e difícil > o amor que nos consome.
Desde o decálogo o Senhor  Deus nos manda > Ama-Lo sobre todas as coisas, e ao próximo, como a nós mesmos.
Mas este amor escrito na pedra das tábuas de Moisés só encontrou realidade em Jesus de Nazaré, que , sendo Ele  mesmo Deus Conosco, nos ensina a amar o semelhante como condição para que o amor a Deus se torne verdadeiro, como lemos na 1 carta de João que diz que aquele que diz que ama a Deus e odeia ao seu irmão, é um mentiroso.
Como Deus amou o Cristo ,Ele nos ama, e este amor se desvela  no Espírito Santo, autor e fonte da vida, que revela o Amor através dos frutos que produz em nós.
Sim, o Amor como Deus amou o Cristo e que Ele nos ama,  é amor  do Espírito Santo, que nos dado pelos  frutos  que devemos cultivar em nós 

: amor, alegria, paz, paciência, bondade, benevolência, fé, mansidão e domínio de si . ( Gálatas 5, 22-23).

Amar é o mandamento do Cristo, que torna a nossa ligação com Ele frutífera, na medida em que produzimos em nós mesmos os frutos do Espírito que nos comunica a vida.

E ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelo seu amigo.

Na festa de Nossa Senhora de Fátima, mãe amorosa do Filho, receptáculo do Espírito Santo que hoje celebramos, rogue por todas as mães. E que aquelas nossas mães, que estão junto dela, festejem conosco esta festa do Amor.



Frei Bento, frade menor e pecador.

terça-feira, 8 de maio de 2012

O discurso do Adeus.










Paz e Bem !

Durante esta semana em que nos preparamos para as festas da Ascensão e do Pentecostes, meditamos sobre o que podemos chamar de “o discurso do adeus” de Jesus aos seus, nos capítulos 14 e 15 do Evangelho de João.


Por onde somos levados a presença do Cristo que se identifica com O Pai, que diz ser a videira verdadeira, e nós os ramos e o Pai o Agricultor, que nos pede para permanecermos no Seu Amor, que nos dá o Seu mandamento > o Amai-vos, que tanto esquecemos, e que nos adverte sobre os ódios e as perseguições que sempre passaremos por estarmos unidos a  Ele, porque o Amor de Jesus é Luz mas é tamém Cruz.

Mas o mundo prefere as trevas.

E o Senhor da Vida nos reconforta nos garantindo, conforme o evangelho de S.João, 14, 15-21 > com palavras de Verdade, que jamais nos deixaria sós. Que por algum tempo mais este mesmo mundo que prefere as trevas, já não mais O veríamos, mas que com os seus, que somos nós, Ele sempre estará. E então, teremos vida.

E esse viver em Cristo só nos é possível pelo Espírito Santo que Ele nos dá, e pela Sua Palavra que não passa.

E o Espírito Santo torna Jesus presente no meio de nós mediante o Batismo e sobretudo , pela Eucaristia, a presença real do Senhor em corpo alma sangue e divindade no Sacramento do Pão.

O Espírito Santo que pedimos que nos seja mandado na consagração para que transforme o pão e o vinho no Corpo e Sangue do Senhor.

A presença do Ressuscitado em nossos Altares só nos é possível crer pela ação do Espírito Santo, que São Pedro nos diz, fez Jesus, morto na carne > ressuscitar no Espírito.

E Pedro nos pede também, que estejamos prontos para responder sempre que esta é a razão da nossa Esperança.

E aqui, Esperança é Fé.

Uma Fé valorosa, nossa resposta daquilo que cremos, e do como agimos, ainda que esta resposta nos custe a vida.

Porque somos chamados a testemunhar a Vida diante do mundo diante de sua cultura que leva à morte. Porque somos chamados a sermos testemunhas da docilidade do Espírito, que torna nossas penas e nossas dores mais leves e mais salvíficas.

O mundo não mais verá o Cristo, mas nós continuamos a vê-Lo, ainda que nas exigências do Evangelho, ainda que abraçando nossas cruzes e seguindo, porque Cristo nos precedeu tanto na vida quanto na morte, e está conosco até o final dos Tempos.

Batizados no Cristo, fomos mergulhados na Sua morte e renascemos na Sua ressurreição.

Participando de Seu Corpo e de Seu Sangue na Eucaristia é que adquirimos a Vida , e Vida em abundância.

Frei Bento, frade menor e pecador.


domingo, 6 de maio de 2012

Jesus é como a Videira.








Paz e Bem !

No V Domingo a Páscoa ouvimos o Senhor nos dizer que Ele é a verdadeira Videira, nós os ramos, o Pai o Agricultor, é o Evangelho de São João 15, 1-8.

Texto sublime, o Senhor é como a videira,  para nós falantes de português brasileiro é uma parreira de uvas, mas aqui videira, a vide ,  tem este sentido de vida.  Sim o Senhor é a Vida Verdadeira, e só temos a verdadeira vida se estivermos enxertados neste caule , neste tronco fecundo , como ramos, unidos de forma vital ao Senhor da nossa vida.

Aqui o Senhor nos mostra toda a sua imanência, sim, o Senhor nosso Deus não é um Deus ausente, um Deus transcendente ao mundo e á História.

Não, Deus está vivo, na Pessoa de Jesus Cristo, Deus que se encarnou na nossa humanidade infiel, e nos juntou todos a Ele mesmo, como uma única Videira, como uma única Igreja.

Este texto de João aponta para este Mistério salvífico que se realizou mediante Nosso Senhor, a Encarnação do Verbo não se deteve na cruz, ressuscitou, ascendeu ao Pai mas está aui, a encarnação continua na nossa História porque a Igreja é a continuidade deste Mistério onde nossa Fé transita e encontra guarida.

A Videira deste Evangelho é também a imagem da Santíssima Trindade, O Pai a plantou em meio a nós,  no seio da Virgem Maria, a Videira se fez Homem em Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, a quem estamos unidos e bebemos a mesma seiva que é o Espírito Santo que a todos dá o mesmo alimento.

Mas cuidado , o ramo que não produzir os frutos deste amor misericordioso, será lançado fora, porque não revelou em frutos o que a seiva alimentou> o amor misericordioso do Pai Agricultor cultivando a Vinha da Alegria onde estamos unidos.

Os ramos são muitos, mas são diferentes, uns maiores, outros mais robustos , outros mais débeis, mas se produzirmos os frutos esperados  desta vide  salvífica, permaneceremos unidos ao tronco e seremos uma só Videira , com Cristo, na Igreja, vivendo a Esperança da vindima.

Esta é a Glória do Pai.

Caríssimos, ouçamos o que nos diz o Evangelista em sua 1 carta na segunda leitura de hoje:

“É este o seu mandamento: acreditar no nome de seu Filho, Jesus Cristo, e amar-nos uns aos outros, como Ele nos mandou. Quem observa os seus mandamentos permanece em Deus e Deus nele. E sabemos que permanece em nós pelo Espírito que nos concedeu.”

Frei Bento, frade menor e pecador.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

A Bem-Aventurada Virgem Maria Mãe de Deus no Mistério de Cristo e da Igreja

Paz e Bem !












O período entre Outubro  de 2012 a Outubro de 2013 será declarado pelo papa Bento XVI como ano da Fé, conforme a Carta Apostólica- Motu Próprio >  Porta Fidei , um aporta que se abre para todos nós e está sempre aberta , para entrarmos no Mistério da Igreja. Ela mesma, a Igreja, é a Porta da Fé, é onde ouvimos a proclamação da Palavra de Deus que pretende que  nos transformemos , de ouvintes a protagonistas da Fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, e em Seus missionários no serviço do Evangelho.

Diz o santo padre que atravessar esta Porta da Fé nos  compromete com um caminho para a vida inteira, um compromisso com Jesus e Seu Evangelho, um compromisso de levar a Mensagem que salva e santifica.

Neste ano de 2012 também celebramos o jubileu do Concílio Vaticano II, que renovou a face da Igreja com o Sopro vivificante do Espírito Santo, que faz novas todas as coisas, que renova a face da Terra.

Um Concílio em aberto...Tamanha a sua grandeza e a  profundidade de seus Documentos que trazem tão grande e precioso tesouro para a nossa Fé e santificação , e é tão pouco conhecido.

O santo padre   nos pede para  conhecer, estudar a aprofundar o conhecimento do Sacrossanto Concílio,  para melhor distinguirmos o real e valoroso papel de Nossa Igreja  num Mundo cada vez mais necessitado da sua presença redentora.

Maio também nos lembra Maria, a Mãe de Deus que tão perfeitamente se une ao sentido da Porta Fidei, pois,  por meio dela , entrou a Salvação no Mundo.



Porta Fidei , inclusive, é um dos títulos que cantamos na Ladainha de Nossa Senhora, aliás, tão pouco cantamos ultimamente, em nossas igrejas e comunidades. 


Maria é a Porta Fidei , que aberta jamais poderá ser fechada, a verdadeira Fé é radical e exige um SIM radical como foi o sim de Maria à obra redentora de Deus Nosso Senhor.


Permitam-me,  portanto, compartilhar com os amigos e amigas alguns trechos dos principais temas dos Documentos do Concílio Vaticano II, examinemos suas palavras, descubramos o senso equilibrado de suas proposições, de suas definições. 


É o Magistério da Igreja em seu discurso mais recente.

Para começar, sendo Maio o mês de Maria, vamos ler aos poucos os trechos do Capítulo VIII da Constituição Dogmática Lumen Gentium, um destes 4 grandes Documentos Conciliares.

O Capítulo VIII é este que fala sobre o papel da Virgem Maria no Mistério de Cristo e da Igreja.

Ouçamos o seu proêmio:

1-PROÉMIO 




A Virgem mãe de Cristo 

52. Querendo Deus, na Sua infinita benignidade e sabedoria, levar a cabo a redenção do mundo, «ao chegar a plenitude dos tempos, enviou Seu Filho, nascido de mulher,... a fim de recebermos a filiação adoptiva» (Gál. 4, 4-5). «Por amor de nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus e encarnou na Virgem Maria, por obra e graça do Espírito Santo» (171). Este divino mistério da salvação é-nos relevado e continua na Igreja, instituída pelo Senhor como Seu corpo; nela, os fiéis, aderindo à cabeça que é Cristo, e em comunhão com todos os santos, devem também venerar a memória «em primeiro lugar da gloriosa sempre Virgem Maria Mãe do nosso Deus e Senhor Jesus Cristo» (172).




Frei Bento, frade menor e pecador.





quarta-feira, 2 de maio de 2012

Os Neo Iconoclastas



Paz e Bem !

Hoje,  gostaria de comentar a falácia de inimigos nossos, sobre a  veneração aos santos, coisa demonizada por eles, como fazem com diversos aspectos da nossa Fé.

A veneração da Igreja pelos seus santos tem início por volta da metade do século II, em decorrência da morte de S.Policarpo de Esmirna, queimado vivo por ser cristão e confessar Jesus, por isto ele é chamado de mártir e confessor. Aliás , todos os mártires são confessores, porque , ao darem suas vidas pelo Senhor , o confessaram com seu testemunho de vida, e testemunho de vida não são tagarelices pré- ensaiadas para a televisão.

É sangue que corre pelo sangue de Cristo.

Naquele tempo, quem nos condenava como idólatras,   eram os judeus, por adorarmos  outro corpo,  como os primeiros  adoravam a  Jesus e veneravam os  seus mártires. 


Portanto a acusação de idólatra nasce na História a partir de Jesus Cristo, da acusação dos judeus da época,  de que os cristãos adoravam um homem , Jesus.

Assim sendo, estamos em boa companhia na veneração pelos nossos santos.

Policarpo de Esmirna, nasceu em 69 DC, e foi morto aos 87 anos de vida. Foi discípulo de São João que o escolheu para bispo de Esmirna onde viveu até seu martírio sendo um dos grandes pais da Igreja pelos seus ensinamentos, bebidos na fonte original de João o Apóstolo predileto do Senhor,  que levou para sua casa a Virgem Maria, Mãe de Deus.


Policarpo foi queimado vivo,antes, ao ser preso, disse aos seus algozes: "Há oitenta e seis anos sirvo a Cristo e nenhum mal tenho recebido Dele. Como poderei rejeitar Aquele a quem prestei culto e reconheço o meu Salvador".E, diante da fogueira rezou:


Sede bendito para sempre, ó Senhor; que o Vosso nome adorável seja glorificado por todos os séculos".


O nome dele Policarpo já traduz sua fecunda vida cristã, pois, Policarpo em grego,  significa muitos frutos, frutos  que foram regados pelo seu sangue no seu martirio por Jesus.


Mas os cristãos de Esmirna recolheram os seus restos na fogueira e quiseram levá-los para um local onde pudessem se reunir para celebrar a Eucaristia. Foi então que veio a acusação de idolatria, a primeira da nossa História, aquela que os judeus da época fizeram. Mas os cristãos de Esmirna assim responderam aos ataques:


“Ignoravam eles que não poderíamos jamais abandonar Cristo, que sofreu pela salvação de todos aqueles que são salvos no mundo, como inocente em favor dos pecadores, nem prestamos culto a outro. Nós o adoramos porque é o Filho de Deus.
Quanto aos mártires, nós os amamos justamente como discípulos e imitadores do Senhor, por causa da incomparável devoção que tinham para com seu rei e mestre. Pudéssemos nós também ser seus companheiros e condiscípulos!” (Martírio de Policarpo 17,2 +- 160 D.C).


Esta resposta dos cristãos de Esmirna  deveria também ser sempre  a nossa resposta.


Porque até hoje somos acusados de idolatria, por aqueles que jamais derramaram uma gota de seu sangue para a construção do Evangelho, antes,  só derramam notas de dólares para construção de templos que vão caindo...


São estes exemplos que, comparados aos exemplos dos que nos ofendem,  fazem toda a diferença , para o nosso lado, que é o lado direito de Cristo, de onde verteu sangue e água, nossa Fé, nosso Amor. 


Enquanto fomos regados pelos sangue dos mártires e por suas lágrimas, eles são regados pelo ódio, pela intolerância, pelo desrespeito ao outro em alteridade.


Frei Bento, frade menor e pecador.